Este espaço está sendo iniciado durante a pandemia de covid-19 e por perceber que me agarrar a arte, em diversos formatos, alivia um poucos as coisas. Não sempre. As vezes, a situação é simplesmente demais. Mas a arte é um aconchego que vai está ali quando eu procurar.
Iniciarei citando uma arte bem democrática: música. Não pretendo entrar nas minúcias técnicas, pois não tenho o conhecimento, aqui será mais sobre as sensações e a experiência em si.
Sou mais adepta de ficar pelos singles dos artistas, mas surgiu a curiosidade (e mais tempo disponível) para sentir a passagem que ocorre em álbuns ou EPs. Neste momento, estas são as peças que me encantaram e mais estou repetindo.
She's Fine, de Heize
Usando o método "repita até que seja verdade", já de início Heize repete tanto que está bem que eu também fico assim, numa das minhas músicas favoritas do álbum, Her Fine Weather é doce e descolada, sorri enquanto diz "cai fora", adoro. Dentre as diversas histórias tristes de amor e instrumental que chamam atenção, destaco Dispatch e But, I am Your Buddy. E sabe aquelas coisas simples que amamos? Cada um tem os seus, mas, por exemplo, cobertas em dias frios ou o som do mar, é isso que é a faixa Doobling, descreve o aconchego daqueles momentos simples, além de um certo senso de humor na "revelação" do refrão.
Crème, de DeVita
Ela é e produz obra de arte. Fico realmente feliz de ter conhecido essa artista. Cada uma das faixas é um filme completo transmitido pelas letras. Sou completamente apaixonada pelo vocal com sensibilidade e, ainda, tão sexy. O single EVITA! merece um destaque mundial dentre as canções pop por aí. Não consigo ouvir Movies sem imaginar uma espiã traindo seu parceiro, afinal, Businesssss. Também evidencio Show Me, com uma voz sentimentalmente intensa.
Future Nostalgia, de Dua Lipa
Conheci Dua como artista quando ela dividiu o palco (ver aqui) com uma das minhas cantoras favoritas, Hwasa, tendo minha atenção sob ela consolidada com o álbum lançado este ano, cada faixa com tamanha dedicação que qualquer uma poderia ser single. Tenho meu TOP 3, mas se eu pensar demais não terei tanta certeza. Começando por Love Again, tão doce quanto Backstreet Boys (amor de adolescência que carrego para a vida) e um instrumental único, Break My Heart com seu refrão audivelmente divertido e Boys Will Be Boys bem baladinha e apontamentos sobre a vivência feminina.
No fim, essa lista ainda ficou na ordem certa para ir agitando o corpo em níveis.
Ah! E fecho com a torcida para a vacina contra covid-19, que primeiramente salvará vidas, claro, mas nos permitirá retornar aos shows de grandes artistas e jogando para o Universo o desejo de está em algum apresentação dessas rainhas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário